Como reduzir os agrotóxicos nos alimentos?

A prevalência e o uso disseminado de agrotóxicos nos alimentos aumentaram nossa exposição a uma variedade de produtos químicos, enquanto as implicações para a saúde a longo prazo, são prejudiciais e estão sendo estudadas.

Os agrotóxicos afetam pessoas diferentes de maneira diferente. As crianças podem ser mais sensíveis a alguns agrotóxicos do que os adultos. Em comparação aos adultos, respiram mais ar e ingerem mais alimentos em relação ao tamanho do corpo, aumentando sua exposição.

Além disso, seus corpos em desenvolvimento podem não ser imunes aos produtos químicos tão efetivamente quanto os adultos. Por isso, é importante o manejo integrado de pragas para redução dos agrotóxicos. No entanto, se isso não puder ser feito em todas as lavouras, neste artigo mostraremos formas de reduzir os agrotóxicos nos alimentos.

Compre frutas e vegetais orgânicos ou cultivados localmente

Comprar produtos orgânicos da estação no mercadinho local é a melhor garantia de produtos livres de agrotóxicos. Para identificar frutas cultivadas organicamente, olhe para o pequeno adesivo, lá dirá.

Se você estiver com um orçamento limitado, procure opções orgânicas para o produto que sua família mais come. Frutas e hortaliças dos mercados agrícolas contêm menos pesticidas, mesmo que não sejam orgânicos.

Lave frutas e legumes antes de comer

Parece meio óbvio, porém, é algo significativo que deve ser lembrado. Essa lavagem pode ser um pouco mais complexa. Você pode fazer seu próprio produto de lavagem usando uma solução diluída de detergente suave para lavar louça (1 colher de chá de detergente por galão, ou 4 litros de água).

Para uvas, morangos, feijões verdes e vegetais folhosos, agite os alimentos em uma solução diluída de detergente e água em temperatura ambiente por 5 a 10 segundos, depois enxágue com água ligeiramente morna. Para outras frutas e legumes, use uma escova macia para esfregar a comida com a solução por cerca de 5 a 10 segundos, depois enxágue com água ligeiramente morna.

Saiba quais frutas e verduras têm níveis mais altos de agrotóxicos

Muitos dos riscos para a saúde associados aos resíduos de agrotóxicos na produção estão concentrados em um número relativamente pequeno de frutas e vegetais. Sabendo quais frutas e legumes representam os maiores riscos, você pode tomar precauções adequadas, como lavar a comida com mais cuidado, descascar algumas frutas ou evitar fontes compra-las.

Cultive você mesmo para reduzir os agrotóxicos nos alimentos

Um lote de jardim no seu quintal, mesmo que seja pequeno pode fornecer a maioria dos produtos necessários para uma família de quatro pessoas. Os métodos orgânicos podem substituir a necessidade de agrotóxicos e fertilizantes químicos, e cuidar do jardim é uma atividade saudável para as crianças.

Plantar morangos algumas folhas, salsinha, cebolinha fornecerá colheitas durante anos com muito pouco trabalho. No entanto, mesmo produtos caseiros devem ser lavados antes de comer, já que agrotóxicos são pulverizados em algumas regiões do país, e outros contaminantes podem chegar ao seu jardim.

Descascar a maioria dos alimentos também é uma opção, porém, tente optar em ultimo caso, depois de feito essas outras alternativas, pois a casca da maioria dos alimentos é uma ótima fonte de fibras, ou seja, boa para ingestão. Eliminá-las não seria tão interessante.

Dessa forma, você terá algumas boas opções para diminuir os agrotóxicos nos alimentos e ter uma vida mais saudável, você e toda sua família.

E se você possui amigos que também gostariam de ter uma vida mais saudável, compartilhe este texto em suas redes sociais para que eles saibam as melhores maneiras de reduzir agrotóxicos nos alimentos.

 

Receitas para fazer no Chá de Casa Nova

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O número de casais que decidem morar junto, sem oficializar a união, é grande. Mas, isso não significa que esse momento não mereça ser comemorado e compartilhado com os amigos e familiares. Foi assim que surgiu o chá de casa nova.

A ideia é uma derivação do tradicional chá de cozinha e busca reunir alguns utensílios para equipar a casa nova para onde os “pombinhos” se mudarão, seja uma casa nova ou podendo adquirir um novo imóvel para alugar. Assim, você aproveita para reunir as pessoas especiais, comemorar a vida nova a dois e ainda ganhar alguns presentinhos bem úteis.

Para lhe ajudar a transformar esse momento, separamos algumas ideias de receitas para servir aos seus convidados e deixar o chá de casa nova ainda mais bacana. Confira!

Mini Quitutes

Os mini quitutes, ou finger foods, são ótimas ideias, porque são fáceis, rápidos e não exigem talheres, pratos e etc. O que permite que seus convidados tenham mais mobilidade para curtir o evento.

Dentro dessa ideia são muitas as receitas que você pode preparar, já que a maioria é extremamente simples, como:

  • mini sanduíches;
  • mini cachorro quente;
  • mini pizza;
  • legumes com queijo no palito;
  • bolo de palito;
  • mini hambúrguer;
  • etc.

Salgadinhos

Os salgadinhos são opções tradicionais e que sempre agradam os convidados, já que existe uma grande possibilidade de receitas assadas e fritas, com diversos recheios.

E o melhor é que dá para encomendar e não ter nenhum trabalho, livrando o casal de ficar na cozinha preparando as receitas e permitindo que eles possam aproveitar o momento.

A dica para dar um “up” é tentar sofisticar um pouquinho na hora de servi-los, escolhendo uma apresentação mais bonita. Você pode colocar alguns potinhos com maionese, mostarda, ketchup e até patês para quem quiser se servir junto com os salgadinhos, usar pratos mais bonitos para apresentá-los e até inovar colocando algumas pimentas decorando, por exemplo.

Mesa de frios

Escolher o que servir no chá de casa nova depende muito do horário em que você fará a celebração e também do nível de intimidade com as pessoas. Se a ideia é servir um almoço ou um jantar, por exemplo, mas os convidados vão chegar mais cedo, a mesa de frios é uma ótima escolha.

Assim eles podem “beliscar” até o horário em que o prato principal será servido, sem que ninguém fique com fome. Você pode usar vários tipos de queijos, presuntos, azeitonas, salames, tomate seco, mortadela, peito de peru e assim por diante.

Lembre-se da disposição e da apresentação, que são fundamentais em uma mesa como essa, sempre deixando os itens com palitinhos e em tamanhos adequados para que sejam servidos pelos próprios convidados.

Tortas salgadas e lanches frios

Para uma celebração mais casual no meio da tarde as tortas salgadas e os lanches frios (aqueles no estilo lanche de metro) são ideias bem simples e muito gostosas.

As tortas podem ser feitas com vários recheios como frango, atum, sardinha, queijo e presunto, brócolis, entre outras. E os lanches também podem ser variados, inclusive com outras opções de pães.

É claro que a forma de apresentá-los também conta. De preferência deixando tudo cortadinho e bem apresentável.

Cupcakes

Se a ideia é deixar os seus convidados livres para aproveitarem o momento, nada melhor do que investir nos cupcakes, que são bolinhos bem práticos e saborosos, já servidos em porções individuais.

O mais legal é que você não precisa ter um bolo com um só sabor, mas pode variar, criando cupcakes diferentes e ajudando os seus convidados a escolherem os que gostam mais.

Brigadeiro de colher

O brigadeiro é um dos doces que os brasileiros mais apreciam, e ao invés de apresentá-lo de forma tradicional, você poderá investir na opção de colher. É possível servi-lo em copinhos individuais ou até em colherzinhas enfeitadas.

A mesma ideia pode ser feita com o beijinho ou até com mousse de chocolate, maracujá, morango, etc.

Por que fazer o chá de casa nova?

Mudar-se para uma casa nova é sempre um momento de muita alegria, ainda mais quando um casal decide viver junto e dar esse importante passo na vida de ambos.

Alugar um apartamento ou comprar a sua própria casa é sempre uma conquista e merece ser comemorada. Mesmo que vocês não pretendam se casar tão cedo, não deixe esse momento passar em branco. Convide os amigos e familiares e celebrem juntos!

Gostou das nossas ideias de receitas para o chá de casa nova? Se tiver alguma dúvida, é só deixar um comentário. E, se você gostou das dicas, aproveite e compartilhe o nosso post com os seus amigos!

Como os hábitos alimentares influenciam na economia?

A indústria da alimentação é extremamente importante para a nossa economia. Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2016 esse setor cresceu mais de 85% e obteve um faturamento de 614 bilhões de dólares, com um crescimento médio anual de 12%.

Por isso, é muito nítido que os hábitos alimentares acabam também por influenciar o quanto essa economia produz – com nichos específicos que não param de surgir a cada ano, e que ajudam a movimentar toda uma cadeia de produtores e de vendedores.

Quer entender mais sobre essa relação? Continue a leitura!

Quais são os principais hábitos alimentares brasileiros?

Uma pesquisa feita pela Proteste em 2015 mostrou que os hábitos alimentares dos brasileiros estão mudando, com um aumento no consumo de legumes em detrimento das carnes vermelhas e também com mais pessoas dispostas a pagarem um valor mais alto para levarem para casa orgânicos e produtos sustentáveis.

Os resultados demonstram que os brasileiros estão mais preocupados com sua alimentação e também com pontos como: uso excessivo de agrotóxicos e de hormônios na carne e ainda de como a alimentação pode impactar a sociedade.

A pesquisa revelou dados importantes como:

  • 94% das pessoas entrevistadas disseram estar dispostas a consumirem mais produtos orgânicos, caso houvesse uma oferta igualmente superior;
  • 40% dos entrevistados ainda relataram que poderiam pagar até 5% a mais nos alimentos orgânicos, desde que eles garantissem o bem-estar animal;
  • as mulheres costumam consumir mais produtos saudáveis e, como ainda são as principais responsáveis pela compra da casa, acabam “guiando” os demais membros da família nesse sentido;
  • 51% dos entrevistados disseram ter reduzido a compra de sobremesas e de doces e 32% disseram ter reduzido o consumo de itens como refrigerantes;
  • em compensação 38% dos entrevistados compraram mais frituras, enquanto 33% optaram por mais peixe e 32% por mais verduras e legumes.

Outra pesquisa feita pelo IBGE também trouxe dados relevantes quanto ao padrão de consumo de alimentos dos brasileiros. Segundo ela, em 2017, 34% dos brasileiros optavam por se alimentar fora do lar, em restaurantes, padarias, vendedores ambulantes, lanchonetes e outros estabelecimentos.

O estudo ainda mostrou que os brasileiros entre 18 e 49 anos são os que mais gastam com alimentação fora do lar (56%).

Como essas mudanças nos hábitos alimentares têm impactado a economia?

Ambas as pesquisas são muito importantes porque demonstram que os hábitos alimentares dos brasileiros estão mudando – e consequentemente a indústria alimentícia precisa acompanhar essa evolução.

Um levantamento da empresa Mintel, por exemplo, constatou que, em 2015, 30% dos brasileiros desejavam ver mais opções de produtos saudáveis nas gôndolas do supermercado – indicando uma necessidade clara da indústria alimentícia modificar o que andava ofertando aos consumidores.

Diante dessas alterações no padrão do consumo do brasileiro, o mercado de alimentação saudável já é apontado como um dos que mais devem crescer no nosso país, com uma média de 4,4% ao ano.

Os dados do Sebrae mostram que, entre 2009 e 2014, o setor teve um crescimento surpreendente de 98% e já movimenta 35 bilhões de dólares por ano, fazendo com que o nosso país se torne o 4º consumidor mundial desses itens.

Quem pensa em investir nesse setor, deve ficar atento a essas movimentações, em especial ao crescimento da área gluten free e de opções vegetarianas e veganas.

Mas, é claro, deve-se compreender quem forma esse público e as exigências de cada um, evitando colocar em risco a saúde das pessoas. Os alimentos sem glúten, por exemplo, são muito consumidos por pessoas celíacas ou com intolerância ao glúten e por isso devem seguir normas específicas para evitar a contaminação cruzada, que pode expor essas pessoas a riscos de saúde.

Quem trabalha com a alimentação fora de casa também pode aproveitar essa mudança nos padrões alimentares dos brasileiros, pensando em cardápios mais saudáveis, com opções orgânicas e incluindo os consumidores com restrições alimentares.

E, então, depois de ler este conteúdo, ficou mais claro como os hábitos alimentares podem influenciar na economia? Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto é só deixar um comentário pra gente!